
INFORMATIVO: TEXTOS DA SAÚDE
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ATENÇÃO
PERIGO!
DIOXINA, CAL e CHUMBO
O consumidor brasileiro tem sido vítima constante de graves agressões à sua saúde, em face de consumo de produtos contaminados.
Recentemente foi descoberta uma contaminação por "dioxinas" no leite de vaca produzido na Europa, originada de produtos importados do Brasil. As autoridades européias depois de examinar uma ampla gama de possibilidades (detergentes, pesticidas, tintas, etc.), concluíram que a ração diária do gado continha níveis elevados de "dioxinas".
Vários componentes da ração foram analisados separadamente e o farelo de polpa cítrica, proveniente do Brasil, foi identificado como a fonte da contaminação.
Como resultado, milhares de toneladas de polpa cítrica foram destruídas no exterior, outras milhares de toneladas deixaram de ser exportadas pelo Brasil em face da suspensão das importações pela Comunidade Européia, e até hoje não se tem notícia oficial sobre o destino da poupa cítrica não exportada.
A gravidade da contaminação se acentua quando é sabido que a "dioxina" é considerada hoje a mais violenta substância criada pelo Homem, com seu grau de periculosidade ultrapassando o urânio e o plutônio.
Autoridades do mundo científico destacam que as doenças provocadas pela contaminação são várias, entre elas o "cloroacne", que dispensa definições; o câncer no fígado; o câncer no palato; o câncer no nariz; o câncer na língua; o câncer no aparelho respiratório; o câncer na tireóide; a queda de imunidade; malformações e óbitos fetais; abortamentos; distúrbios hormonais; concentrações aumentadas de colesterol e triglicéridos; hiperpigmentação da pele; dor de cabeça e nos músculos; desordem no aparelho digestivo; inapetência, fraqueza e perda de peso; neuropatias; perda da libido e desordens dos sensos.
A contaminação pela "dioxina", em pequenas doses, não é facilmente notável porque, em curto espaço de tempo, não gera sintomas. Mas, como são cumulativas no organismo, as intoxicações pela "dioxina" provocam um sem número de doenças fatais, sem marcas e sem qualquer identificação da origem.
Por outro lado não se pode esquecer que as cales têm ampla aplicação na indústria de papel, celulose e outras embalagens; na indústria de centenas de medicamentos; na fabricação do ácido láctico e conservantes, ingredientes necessários em quase todos os alimentos enlatados; na fabricação de açúcar, refrigerantes e cervejas; na elaboração das argamassas na construção civil, e o mais grave, a cal também é fundamental no tratamento de efluentes e na produção de água de consumo diário. Isto sem falar na ração animal.
Mas, o que mais causa indignação é que a contaminação não tem origem na cal, propriamente, mas somente se agrega ao produto quando seu processamento é realizado sem a mínima observação dos padrões técnicos ou quando afronta as normas que regulam o controle do meio ambiente e da saúde pública.
Conforme se depreende da Instrução Normativa n. 10, de 18 de maio de 1999, expedida pela Secretaria de Desenvolvimento Rural do Ministério da Agricultura e Abastecimento, somente um sistema de monitoramento, com coletas e análises periódicas realizadas por entidades credenciadas, é que poderia oferecer segurança para produtores, transformadores e consumidores de produtos sujeitos a contaminação por "dioxinas".
Entretanto, por mais intrigante que possa parecer, a referida instrução normativa é restritiva para instituir o sistema de monitoramento que alcance apenas a cal utilizada na fabricação de produtos destinados à alimentação animal, deixando a descoberto o consumidor brasileiro.
Enfim, a assessoria governamental ainda não se concientizou que a vida e a saúde de milhões de cidadãos brasileiros podem ser mais importantes que alguns milhares de dólares que enriquecem alguns exportadores.
Por isto, o risco dos nossos consumidores é grande e é altamente danosa a contaminação por "Dioxina", razão pela qual a ABC já notificou, via cartório, o Ministério da Agricultura e o Ministério da Saúde, para que tomem imediatas providências das suas respectivas competências, além de iniciar suas investigações para identificar o paradeiro das milhares de toneladas de polpa cítrica que não foi exportada depois de descoberta a contaminação.
É que, uma vez descoberta a contaminação, não poderia ser vendida qualquer porção do produto, incorrendo os empresários que o fizeram, se o fizeram, nas penas cominadas a estes ilícitos conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor e no Código Penal.
Como as empresas não podem cumprir penas de cerceamento de liberdade os processos criminais serão instaurados contra os diretores e gerentes das empresas envolvidas e, naturalmente, contra as autoridades que omitiram na fiscalização ou nas providências que deveriam ter tomado e não tomaram.
Fonte: http://www.consumidorbrasil.com.br/consumidorbrasil/textos/cidadao/dioxina.htm
Com a palavra a ANVISA. Deveria informar
à população, fiscalizar, e coibir o uso de produto tão
danoso à SAÚDE HUMANA.
DIOXINA
E O MICROONDAS:![]()
CONTAMINAÇÃO
Não é à toa que a Coca-Cola está voltando com as garrafas de vidro.
Dioxina Carcinogênica causa especialmente câncer da mama. Não congele sua água em garrafas ou utensílios de plástico, pois isso provoca a liberação de dioxina do plástico.
Edward Fujimoto, médico do Castle
Hospital, foi entrevistado por um programa de TV explicando este alerta de
saúde. Ele é o gerente do Programa de Bem Estar/Programa de
Promoção da Saúde
do Hospital.Ele falou sobre a Dioxina e seu risco de saúde para nós.
Ele mencionou que não devemos esquentar alimentos
em vasilhames de plástico no forno de microondas.
Isto é aplicável para alimentos que contém gordura. Ele mencionou que a combinação de gordura, alta temperatura e plástico, libera a dioxina no alimento e por fim, vai parar nas células do nosso corpo. Dioxinas são carcinógenos altamente tóxicos. Ele recomenda o uso de refratário de vidro, pirex ou porcelana para aquecer alimentos. Você tem o mesmo resultado... sem as dioxinas.
Sopas semiprontas onde se adiciona água quente no invólucro de isopor ou qualquer tipo de comida semipronta/congelada com invólucro de plástico, próprio para ir ao forno ou microondas, deveriam ser retiradas das embalagens originais e removidas para vasilhame de vidro ou louça para aquecimento.
Invólucro de
papel não é ruim, mas não sabemos o que cada tipo de
papel pode conter, então, seria mais seguro utilizar refratário
de vidro, pirex ou porcelana. Vocês devem se lembrar quando
alguns restaurantes fast-food (MacDonalds) trocaram invólucros de isopor
pelo de papel.
O problema da dioxina seria um dos motivos. Para acrescentar, filme-plástico
(saran wrap) utilizado para proteger e cobrir alimentos, quando aquecidos
podem na verdade respingar toxina venenosa contida na composição
do plástico no alimento a ser esquentado junto com o vapor condensado.
Use papel toalha , é mais seguro. Repasse esta informação para os seus amigos.
Tatiana Ogassawara
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